Vitor Tavares é homenageado no Flipoços 2022

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No último domingo, dia 4, o presidente da Câmara Brasileira do Livro, Vitor Tavares, esteve presente na 17ª Edição do Flipoços. Vitor participou do debate "Formar leitores na democracia: uma discussão sobre a Lei da Política Nacional de Leitura e Escrita - 13.696/2018”, ao lado de Fabíola Farias, Raquel Menezes e do mediador José Castilho.

Durante o evento, o presidente recebeu uma placa com uma bela mensagem da Flipoços em homenagem aos serviços prestados durante suas gestões à frente da Câmara Brasileira do Livro.

O evento, que irá acontecer até o dia 13 de setembro, promove uma programação diversa sobre temas relacionados ao livro.

Confira no nosso álbum alguns registros desse encontro!

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A Câmara Brasileira do Livro acaba de divulgar as datas de dois marcos da 64ª edição do Prêmio Jabuti. Agora, o público que se inscreveu para o maior prêmio do livro do Brasil já pode colocar na agenda os dias de revelação dos dez e cinco finalistas de cada categoria.

A primeira lista será publicada no site do prêmio, no dia 25 de outubro, às 12h, com os dez finalistas de cada categoria. A segunda relação, com os cinco finalistas de cada categoria também sai no mesmo site e horário, mas no dia 8 de novembro. Já os vencedores de cada categoria serão anunciados durante a cerimônia de premiação, que terá a sua data anunciada em breve. 

Recorde

A premiação deste ano bateu o recorde de inscrições. No total, foram 4.290 livros inscritos, superando em 25% o volume registrado na edição passada, em 2021, que contou com a participação de 3.422 títulos na acirrada concorrência pela estatueta em formato de jabuti.

De acordo com Vitor Tavares, presidente da CBL, esses dados mostram a relevância da premiação para o mercado editorial brasileiro: “Mesmo depois de mais de seis décadas de existência, o Prêmio Jabuti continua atual e significativo. Nós notamos isso não só pela quantidade de livros inscritos, que só crescem a cada edição, mas também pela atenção que as pessoas dão para cada uma das etapas, nas redes sociais e na imprensa”. 

Assim como na última edição, o editor e tradutor Marcos Marcionilo está à frente da curadoria da premiação, que neste ano homenageia Sueli Carneiro, escritora, filósofa, e um dos principais nomes na luta contra a desigualdade étnico-racial e de gênero no país. 

Acompanhe as redes sociais da @cbloficial e do @premiojabuti para se informar sobre todas as novidades do maior prêmio literário brasileiro.

Dados divulgados pela SMTur Secretaria Municipal de Turismo, através do Observatório do Turismo e Eventos da SPTuris mostram que o evento, realizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), merece o título de ‘Bienal das Bienais’. Além de o impacto econômico ser positivo, mais de 90% dos entrevistados consideraram estar satisfeitos com a Bienal

 

Ela já está guardada na lembrança de todos. E já deixa saudades também. A 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo (BILSP), realizada em clima festivo e de encontro de leitores, atraiu 660 mil visitantes e garantiu um impacto econômico positivo durante o evento. Com um dia a menos para a sua realização – no período de 2 a 10 de julho, os números divulgados pelo Observatório de Turismo Eventos da SPturis mostram que a BILSP movimentou R$ 374,8 milhões na cidade (valor calculado pelo Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET) Secretaria de Turismo e Viagens do Estado).

A pesquisa que foi realizada durante o evento demonstra que 39,4% dos entrevistados afirmaram ter ensino superior completo, com média de renda familiar mensal entre R$ 2.425,00 e R$ 4.848,00. Cada visitante comprou aproximadamente 7 títulos e gastou cerca de R$ 203,34 (em livros) durante a feira. Dos visitantes que participaram da pesquisa, quase metade (42,7%) visitaram a exposição na edição passada, que aconteceu no ano de 2018 e 96% consideram voltar na próxima edição, prevista para 2024. O público – com faixa etária média entre 18 e 24 anos- se fez presente, em sua maioria pelo gênero feminino (78,4%). Já o masculino ficou com a fatia de 21,6%.

O conceito de livraria como ponto de encontro dos amantes dos livros, local apropriado para vivenciar a experiência com as obras e adquirir exemplares foi reforçado no evento. Do layout ao atendimento, passando pelos atrativos criados por cada expositor, os estandes se tornaram espaço de convivência e grande biblioteca de consulta aos títulos ofertados. Ao todo 182 expositores, que disponibilizaram cerca de 500 selos editoriais, numa prateleira completa e diversificada em gêneros literários, somando 3 milhões de livros.

Com motivos para brindar o êxito da grande festa literária, que reafirma o novo momento e perspectivas para o universo do livro, a partir da Bienal, Vitor Tavares, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), realizadora do evento, frisa o acerto da campanha publicitária: “Todo mundo sai melhor do que entrou”. A chamada convida os participantes a atestarem o poder transformador do livro e o evento como polo de encontro com o saber. “A melhor campanha de todos os tempos, que traduz o objetivo de posicionar o livro como protagonista da mudança de cada leitor”, avalia ele ao completar “outra importante conquista é identificar o quanto a Bienal cumpre o papel de difusor de negócios e relacionamento para os players do setor”. E ela foi aprovada pelo público – 94% dos entrevistados apresentaram satisfação com o tema desta edição.

Inserir o evento, cada vez mais, na rota das grandes feiras literárias internacionais, foi outro passo largo dado com a edição de 2022. A aproximação com Portugal – convidado de honra – marcou as comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil, mas também estreitou os laços e abriu caminho para novos acordos bilaterais no segmento editorial.

Mais que passeio, Bienal foi a busca pelo conhecimento

Áreas destinadas a pensadores do mundo literário, empreendedores, artistas do cordel e do repente, personalidades da gastronomia, educadores que desenvolveram atividades para crianças, celebridades e outras atrações. E o público provou que nem só de estandes de livros vive a Bienal, já que o encontro com o conhecimento e lazer também ganhou espaço na agenda do público durante a visita ao evento.

Principais números da 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Público visitante 660 mil
Ticket médio R$ 226,94
Compra online de ingressos 90% dos ingressos
Ações de incentivo vale-livro e cashback  R$ 7,2 milhões
Quantidade de livros 3 milhões
Média de livros adquiridos 7 por pessoa
Selos editoriais Cerca de 500
Área ocupada total 65 mil metros quadrados
Expositores 182 expositores
Espaços culturais 09
Horas de programação 1500
Autores nacionais 300
Autores internacionais 30
Visitação escolar 60 mil

 

Entre os dias 29 de junho e 2 de julho de 2022, aconteceu a Jornada Profissional da 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. A terceira edição da iniciativa promovida pelo Brazilian Publishers — projeto de internacionalização de conteúdo editorial brasileiro realizado por meio de uma parceria entre a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) — gerou a venda de USD 104.550 mil em direitos autorais, USD 119.100 mil em livros, e a estimativa de mais USD 432.500 mil em negócios para os próximos 12 meses. No total, o evento estima mais de USD 650 mil, somando negócios imediatos e a expectativa para os meses seguintes. Além disso, o programa também possibilitou um excelente networking, estabelecendo quase 500 novos contatos para as editoras presentes.

Neste ano, a jornada foi, assim como a Bienal, presencial. O programa, além de organizar a vinda de representantes de 20 editoras estrangeiras ao Brasil para  sessões de matchmaking, também promoveu mesas de discussão a respeito do mercado editorial. Um grupo de 46 editoras brasileiras participaram da programação, que misturou negócios e conteúdo em quatro dias de muita troca. 

Fernanda Dantas, gerente de relações internacionais da CBL e gerente do Brazilian Publishers, está extremamente orgulhosa do desempenho da iniciativa: “A Jornada Profissional trouxe às editoras participantes muitos acordos e oportunidades de bons negócios. O programa aproximou ainda mais os relacionamentos entre profissionais do mercado editorial global e possibilitou um rico networking para as casas brasileiras”, cita com satisfação. 

Fernanda também explica que os resultados da iniciativa excederam as expectativas. “Em 2020, ano no qual a Jornada aconteceu de maneira 100% online, tivemos a participação de 19 editoras, e os resultados foram de USD 133 mil em negócios. Tínhamos em mente que iríamos trazer resultados melhores, na casa dos USD 400 mil, mas com certeza chegar no valor de os USD 650 mil éuma grande conquista”, explica a gerente executiva. 

Vitor Tavares, presidente da CBL, também não poderia estar mais feliz com os resultados da jornada: “Essa edição nos trouxe excelentes frutos e reaqueceu ainda mais a retomada dos eventos e negócios presenciais. Também tivemos a honra de receber dez editoras portuguesas, país convidado de honra da Bienal, o que possibilitou uma aproximação ainda mais estreita entre o Brasil e Portugal”, encerra.

A Jornada Profissional

A edição de 2022 do programa selecionou um mix interessante de convidados, entre editores como Ricardo Sánchez-Riancho, da mexicana Textofilia Ediciones, que já publica obras brasileiras, até um jornalista. Leonard Porter Anderson III realizou uma cobertura inédita do evento para o veículo norte-americano Publishing Perspectives. Confira a lista completa de convidados que participaram da iniciativa clicando aqui.

A programação da jornada contou, também, com diversas mesas redondas, rodadas de negócios e visita técnica à FTD Educação e ao parque gráfico da editora. Destaque para o keynote da presidente da International Publishers Association (IPA), Boudor Al Qasimi, que falou sobre o International Sustainable Publishing and Industry Resilience Plan (InSPIRe), uma iniciativa da IPA para melhorar a cooperação em todo o espectro editorial, desde editores, livreiros e bibliotecas, até professores, empresas de tecnologia, reguladores e todos os demais.

Para saber detalhes da programação realizada durante o programa, clique aqui.

Sobre o Brazilian Publishers

Criado em 2008, o Brazilian Publishers é um projeto setorial de fomento às exportações de conteúdo editorial brasileiro, resultado da parceria entre a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A iniciativa tem como propósito promover o setor editorial brasileiro no mercado global de maneira orientada e articulada, contribuindo para a profissionalização das editoras.

Desde o início da série histórica, a queda real acumulada é de 39%. Obras Gerais mostram recuperaçã

Em 2021, as editoras registraram R$ 3,9 bilhões de faturamento nas vendas ao mercado, o que representa queda acumulada de 39%, em termos reais (descontada a inflação do período) desde 2006. Os números constam da série histórica da pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, coordenada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), com apuração da Nielsen BookData.

O retrato da indústria editorial, o mais longevo do país e da América Latina, foi divulgado hoje (05/07) durante a 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada no Expo Center Norte. A pesquisa considera o comportamento das vendas nos últimos 16 anos em quatro subsetores: Obras Gerais, Didáticos, Religiosos e CTP (Científicos, Técnicos e Profissionais).

A crise econômica foi fator determinante para o desempenho registrado a partir de 2015. Entre 2014 e 2021, as vendas reais das editoras ao mercado encolheram 37%. No pós-pandemia, a desaceleração nas vendas foi atenuada pela recuperação apresentada pelos subsetores Obras Gerais e Religiosos em 2021.

O presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), Dante Cid, afirmou que o comportamento da economia brasileira tem impacto direto na venda de livros:

“A pesquisa nos mostra que quando o Produto Interno Bruto cresce, as vendas não sobem no mesmo ritmo; mas quando a economia tem uma queda, o faturamento do setor desaba. Entretanto, a desaceleração da queda no último ano nos traz algum alento.”, resumiu.

Para o presidente da CBL, Vitor Tavares, os resultados da série histórica refletem a necessidade de políticas que contribuam para a formação de leitores e que fortaleçam o hábito da leitura:

“A implementação de políticas destinadas à formação de público leitor é urgente. A leitura, além de ser um exercício de cidadania, é capaz de desenvolver economicamente um país. E não é com aplicação de contribuições ou impostos sobre o livro, como está ocorrendo no processo da reforma tributária, que trilharemos esse caminho”, afirmou.

Obras Gerais e Religiosos dão fôlego ao setor

Em 2021, último ano da série histórica, o mercado editorial registrou retração real no faturamento de 4%, na comparação com 2020, quando considerada apenas as vendas ao mercado. O faturamento de Obras Gerais voltou a um patamar próximo do início da crise, em 2015, impulsionado pela recuperação do preço. Em 2021, três subsetores registraram aumento no faturamento nas vendas ao mercado, sendo que o grande destaque do ano passado foi o subsetor de Obras Gerais, com acréscimo de 14%, ou seja, acima da variação da inflação e do Produto Interno Bruto (PIB). Descontada a inflação, o aumento foi de 3%.  O subsetor registrou crescimento por três anos consecutivos.

Já a venda ao mercado pelo subsetor Religiosos ficou próxima dos níveis anteriores à pandemia com preço médio real similar ao registrado em 2013. Já os subsetores CTP e Didáticos apresentaram recuo no faturamento o que contribuiu para que o setor registrasse resultado negativo em temos reais.

“O aumento de preços em termos reais deve ser encarado como algo positivo, dada a perda registrada nos últimos 16 anos. Foi esse aumento que possibilitou que os subsetores de Obras Gerais e Religiosos registrassem um crescimento no faturamento, evitando uma queda ainda mais acentuada de todo o setor. A recuperação do preço dá fôlego a um setor historicamente sufocado.” explica Mariana Bueno, economista da Nielsen, responsável pela pesquisa.

Clique aqui para fazer o download da apresentação e confira a pesquisa na integra.

A edição já é considerada a ‘Bienal das Bienais’, por visitantes e expositores. Público 10% maior festejou a volta ao formato presencial, e 72,5% se dirigiu à grande festa literária decididos a adquirir livros e ver de perto seus autores preferidos, com grau de satisfação de 90,3%

Pronta para ficar guardada na lembrança de todos. A 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada em clima festivo e de encontro de leitores ávidos por novidades, após quatro anos de isolamento social, levou otimismo aos corredores do Expo Center Norte sobre o futuro do mercado editorial. Com um dia a menos para a sua realização – no período de 2 a 10 de julho – , a expectativa em torno da versão 2022 da Bienal estimulou a venda antecipada de ingressos da ordem de 90% e atraiu 660 mil visitantes, 10% superior ao público da edição de 2018. Segundo ainda pesquisa realizada durante o evento pelo Observatório do Turismo, da São Paulo Turismo (SPturis), o ticket médio foi de R$ 226,94: um aumento de 40% comparado a 2018.

O esforço pela democratização do acesso ao livro foi confirmado pelo resultado de ações como cashback (no valor pago pelo ingresso) e vale-livro (voucher individual de R$ 60, distribuído a alunos e educadores da rede paulistana de ensino), destinados à aquisição de livros direto com as editoras, no valor de R$ 7,2 milhões, durante os nove dias da Bienal. E não faltou a diversidade em gêneros literários, para todos os gostos e bolsos, conferidos num conjunto de 300 autores nacionais e 30 internacionais.

E a demanda aferida pela Bienal, de 7 livros por pessoa, dimensiona o poder de compra do visitante e disposição para adquirir os livros direto no caixa do expositor. O conceito de livraria como ponto de encontro dos amantes dos livros, local apropriado para vivenciar a experiência com as obras e adquirir exemplares foi reforçado no evento. Do layout ao atendimento, passando pelos atrativos criados por cada expositor, os estandes se tornaram espaço de convivência e grande biblioteca de consulta aos títulos ofertados. Ao todo 182 expositores, que disponibilizaram cerca de 500 selos editoriais, numa prateleira completa e diversificada em gêneros literários, somando 3 milhões de livros.

A nova casa – o Expo Center Norte – recebeu a aprovação de 69,3% e índice de satisfação dos expositores se situou em 87%, que supera em 25% o grau de aceitação plena da edição de 2018.

Com motivos para brindar o êxito da grande festa literária, que reafirma o novo momento e perspectivas para o universo do livro, a partir da Bienal, Vitor Tavares, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), realizadora do evento, frisa o acerto da campanha publicitária: “Todo mundo sai melhor do que entrou”. A chamada convida os participantes a atestarem o poder transformador do livro e o evento como polo de encontro com o saber. “A melhor campanha de todos os tempos, que traduz o objetivo de posicionar o livro como protagonista da mudança de cada leitor”, avalia ele ao completar “outra importante conquista é identificar o quanto a Bienal cumpre o papel de difusor de negócios e relacionamento para os players do setor”.

Inserir o evento, cada vez mais, na rota das grandes feiras literárias internacionais, foi outro passo largo dado com a edição de 2022. A aproximação com Portugal – convidado de honra – marcou as comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil mas também estreitou os laços e abriu caminho para novos acordos bilaterais no segmento editorial.

Sede pelo conhecimento

Espaços culturais concorridos, nove ao todo, onde o público buscou se inserir no debate de grandes temas relacionados ao universo do livro, compuseram as 1.500 horas de programação. Áreas destinadas a pensadores do mundo literário, empreendedores, artistas do cordel e do repente, personalidades da gastronomia, educadores que desenvolveram atividades para crianças, celebridades e outras atrações. E o público provou que nem só de estandes de livros vive a Bienal, já que o encontro com o conhecimento e lazer também ganhou espaço na agenda do público durante a visita ao evento.

 

Principais números da 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

 

Público visitante 660 mil
Ticket médio             R$ 226,94
Compra online de ingressos 90% dos ingressos
Ações de incentivo vale-livro e cashback  R$ 7,2 milhões
Quantidade de livros 3 milhões
Média de livros adquiridos 7 por pessoa
Selos editoriais Cerca de 500
Área ocupada total 65 mil metros quadrados
Expositores 182 expositores
Espaços culturais 09
Horas de programação 1500
Autores nacionais 300
Autores internacionais 30
Visitação escolar 60 mil

 

Expositores: resultados e perspectivas

Faturamento aumentado e uma bolha de otimismo nos estandes

Com vendas muito acima das expectativas, a HarperCollins Brasil superou metas ao vender 253% em livros nesta edição da Bienal. A editora disponibilizou no evento um total de 883 títulos: os que largaram na frente no sucesso de público no evento estão: “Casal imperfeito: retratos de um casamento aperfeiçoado em Deus” (Fernanda Witvytzky); “O dia que a árvore do meu quintal falou comigo” (Paulo Vieira); “Um salto para o amor” (Aione Simões); “Os 8 disfarces de Otto” (Lola Salgado); “O beijo do rio e Homens pretos (não) choram” (Stefano Volp); “Telefone preto e outras histórias” (Joe Hill) e “Cristianismo puro e simples” (C. S. Lewis), além dos títulos de Tolkien e Agatha Christie. “Nessa edição da Bienal pudemos observar um enorme fluxo de jovens procurando por livros, dos mais diferentes autores e vozes, o que passa um cenário de muito otimismo quanto ao mercado literário na retomada das feiras”, sintetiza Leonora Monnerat, diretora executiva da HarperCollins Brasil.

As Edições Sesc registraram 40% de aumento no conjunto de livros. Entre os títulos que figuraram no top list do estande estão as seguintes obras: “Abecedário de personagens do folclore brasileiro”, de Januária Cristina Alves; “Tom Zé: o último tropicalista”, de Pietro Scaramuzzo e “Tarsila do Amaral: a modernista”, de Nádia Battella Gotlib.

Em relação à edição que ocorreu em 2018, a Edições Loyola contabilizou crescimento médio de 30%. Foram 3 mil títulos, sendo 45 exemplares de cada um. Entre os que lideraram a demanda no estande do expositor estão: “Cabeça Fria, coração quente” (Abel Ferreira) e HeartStopper. “Foi uma ótima experiência. Com certeza ficará conhecido como a Bienal das Bienais. Com certeza que iremos voltar. Para nós, via ficar conhecida como a Bienal das Bienais”, declarou Raphael Bispo, diretor comercial da Editora Loyolla.

“Essa foi uma Bienal para entrar na história. Tivemos o melhor faturamento desde quando começamos a participar da Bienal do Livro”, acentua Heloíza Daou, diretora de Marketing da Editora Intrínseca. Os números do expositor impressionam e indicam, segundo a editora, demanda reprimida por conta da pandemia: 150% a mais no montante faturado e 45% a mais no volume de livros vendidos, em comparação com 2018. A média 9 livros vendidos por minuto (58 mil no total) estabelece um recorde para a participação da editora. Entre os gêneros mais procurados no estande da empresa estão os de suspense e do universo true crime, além de títulos que ganham adaptação para o audiovisual (cinema e plataformas de streaming). O TikTok foi um propulsor nas vendas, a exemplo do sucesso de Os dos morrem no final, de Adam Silvera, e Viúva de ferro, de Xiran Jay Zhao. Entre os campeões de vendas estão: Manual de assassinato, Os dois morrem no final, Modus operandi e o best seller Amor & Gelato.

O melhor resultado da história. Assim, a Rocco Editora classifica o crescimento de 185% nas vendas durante a Bienal, no comparativo com a edição anterior do evento. A editora apresentou 350 títulos para um público que respondeu à oferta de obras de seu portfólio editorial: Mulheres que Correm com Lobos (Clarissa Pinkola Estés); Rádio Silêncio (Alice Oseman); Box Harry Potter (J.K. Rowling); A Cantiga dos Pássaros e das Sepentes (Suzanne Collins); Filhos de Sangue e Osso (Tomi Adeyemi). Bruno Zolotar – diretor comercial e de marketing da Rocco concorda que a Bienal é “sem dúvida, um dos mais maiores e mais importantes eventos do mercado editorial, voltado à interação entre editoras, escritores e leitores”. Ele reitera que, entre outros destaques, por se tratar da casa de Harry Potter, a editora tem uma ligação muito próxima e lúdica com seu público e que retornará sempre às edições da feira.

Pela primeira vez como expositora na Bienal do Livro, a Literare Books International trouxe 250 títulos e vendeu, em média, 800 exemplares por dia – uma expectativa de 110% acima do esperado. Maurício Sita, presidente da companhia, encerra o evento com a sensação de missão cumprida. “Mesmo sendo nossa primeira Bienal, este é o melhor evento que já participamos [em termos de faturamento], desde nossa fundação, há 25 anos” Com certeza voltaremos na próxima edição”, ressalta.

Outra estreante no evento, a Editora Mostarda vendeu 4 mil livros, o dobro da previsão inicial de 2 mil. Com a certeza que de que repetirá a experiência, Pedro Mezette, Publisher da editora, diz que “ficou claro que demos o primeiro passo para a caminhada ao participar da Bienal”. Os livros mais vendidos no estande foram: “Jardim de Marielle” (Majori Silva); Menina Sonhadoras, Mulheres Cientistas (Flávia Martins de Carvalho), ambos dirigidos ao público infantil.

De seu estande, o Grupo Editorial Global emitiu o balanço de 100% a mais de livros comercializados sobre o saldo de 2018. Entre as obras mais destacadas estão: Flores de Alvenaria; Literatura, Pão e Poesia e Colecionador de Pedras, de Sérgio Vaz. Além de O Povo Brasileiro Edição Comemorativa Darcy Ribeiro e Ou Isto Ou Aquilo, Cecília Meireles, entre outros. “O curioso dessa relação é que as vendas iniciais se concentraram em títulos como O Povo Brasileiro, seguido por Casa Grande & Senzala.

Para a editora Globo, o motivo também é de celebração. As vendas foram quatro vezes maior que em 2018 – e já há planos para voltar em 2024. Os livros mais vendidos foram:”Battle Royale”, “Você ligou para o Sam” e “Escravidão 3”. Na interpretação de Mauro Palermo, diretor da editora, foram acertadas a data, estrutura e organização do evento.

Em números, a Ciranda Cultural – um dos maiores espaços com 3 estandes na Bienal – foram mais de 4 mil títulos em exposição para o público que, ao final das vendas, rendeu R$ 1,3 milhão. Entre as obras mais vendidas os destaques são: “1984”; “Coisas que guardei para mim” e “Varal das Letras”. Jonatha Jacinto, responsável pela editora na Bienal, considera que esta edição do evento “foi a melhor de todas as demais, com curadoria impecável e dias surpreendentes no estande”. O representante da Ciranda assegurou que a empresa marcará presença nas próximas edições.

No Espaço Cordel e Repente, a venda de exemplares também foi positiva: 18.900 córdeis e 6.500 livros vendidos.

Câmara Brasileira do Livro (CBL) não mediu esforços para realizar o tradicional encontro cultural e de negócios, que acontece entre os próximos dias 2 e 10 de julho; até agora foram vendidos 169% de ingressos a mais, se comparado à edição de 2018.

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo está entre os eventos mais queridos do público amante da boa leitura. Realizada a cada dois anos (exceto no período de pandemia, provocada pelo coronavírus) é o ponto de encontro para quem quer se alimentar com novas obras e, claro, poder desfrutar de uma programação diversificada. E, no ano da retomada, o tema “Todo mundo sai melhor do que entrou” confirma a leitura como fator capaz de ampliar horizontes. A 26ª edição do evento também aumenta as suas lentes para criar as condições favoráveis à expansão dos negócios para os expositores do mercado editorial, ao realizar a 3ª Jornada Profissional, nos dias que antecedem o evento, momento de priorizar contatos comerciais e networking. “Esperamos que todos se divirtam, apreciem o evento e saiam também transformados por esta Bienal do Livro. E que saiam, como diz o tema desta edição, melhor do que entraram”, ressalta Vitor Tavares, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL). Até o momento foram vendidos 169% de ingressos a mais, se comparado à edição de 2018.

O evento, que abre as portas ao público entre os dias 2 e 10 de julho, no Expo Center Norte, espera receber cerca de 600 mil pessoas e tem Portugal como país homenageado. E destaca a relevância para o mercado editorial, porque se consolida como o maior evento do setor do Brasil e da América Latina. Ou seja, além de atrair público ávido por lançamentos, reforça o papel como palco internacional de oportunidade para os expositores.

 

Jornada Profissional: intercâmbio comercial e networking

Se selar bons acordos comerciais e criar laços requer muito esforço do mercado editorial brasileiro, a 3ª Jornada Profissional, promovida pelo Brazilian Publishers — projeto de internacionalização de conteúdo editorial brasileiro, realizado por meio de parceria entre a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), visa reproduzir exatamente a tão desejada atmosfera de negócios.

Aguardado pelos profissionais do setor, o encontro acontece entre os dias 29 de junho e 02 de julho de 2022, no Expo Center Norte, com a expectativa de promover rodadas de negócios com editores internacionais convidados e uma programação de palestras exclusivas. Com esta iniciativa, a Bienal do Livro de SP tende a se colocar também como uma importante feira de negócios, inspirada nas feiras internacionais similares de Frankfurt, Guadalajara e Bolonha (onde há grande fluxo de compra e venda de direitos autorais entre diversos países).

Fernanda Dantas, gerente de relações internacionais da CBL e gerente do Brazilian Publishers, não poderia estar mais realizada com a iniciativa: “A Jornada Profissional é um projeto enriquecedor que promove diversas oportunidades de negócios e networking entre as editoras participantes. O programa possibilita o estreitamento de relações entre profissionais e casas editoriais do mundo todo e estamos entusiasmados de realizá-lo mais uma vez de maneira presencial”, cita ela, com empolgação. Fernanda acrescenta que a estimativa é a de as editoras brasileiras realizarem USD 400 mil em negócios durante os próximos 12 meses.

“Separamos 10 vagas para editoras de Portugal. A ideia é prestigiar ainda mais o país, que é o grande homenageado desta edição da Bienal. Será uma oportunidade de estendermos essa celebração entre as nações para o universo dos negócios”, comenta Vítor Tavares.

Programa – A programação traz para a Bienal os principais assuntos do mercado editorial mundial.  No dia 29 de junho, haverá a primeira mesa do programa intitulada “O Mercado em Língua Portuguesa– desafios e oportunidades: um overview sobre os mercados de livros no Brasil, Portugal e África Lusófona”. A discussão abordará breve panorama para a internacionalização, como as principais dificuldades enfrentadas para a venda de direitos nos três países.

Já na quinta-feira, dia 30, acontece a mesa “Os programas internacionais de fellowship e sua importância para os negócios no mercado editorial”, que discorrerá sobre como os programas de fellowship internacionais funcionam, que oportunidades eles oferecem para o mercado do livro, por que são tão importantes e como podem melhorar e atender mais pessoas.

No dia 1º de julho, os convidados internacionais visitam a editora FTD Educação, que faz parte do Brazilian Publishers, e também conhecem o parque gráfico da casa editorial. E por último, no dia 2 de julho, acontece a visita à feira com a participação no Latin American Educational Publishers Forum (EPF Latam) pela manhã.

O encontro, que busca resultados para o segmento e que une CBL e Apex, tem como meta projetar o setor editorial brasileiro no mercado global.  A estimativa de participação é de que 80 profissionais estejam ativos nas rodadas de negócios, com 20 vagas reservadas para convidados internacionais dos EUA, Europa, América Latina, Turquia e Egito; além, de Portugal, país convidado de honra da Bienal em 2022. Até agora foram vendidos 169% de ingressos a mais, em relação ao mesmo período de 2018.

Convidados internacionais confirmados:

Ricardo Sánchez-Riancho | Textofilia Ediciones | México

Fernando Rojas Acosta | Panamericana Editorial LTDA | Colômbia

Mustafa Naci Turan | Damla Publishing | Turquia

Ranya Ismail Bakr | Al Arabi Publishing and Distributing | Egito

Cesar Alcides Ramos Sologaistoa | Editorial y Librerías Piedra Santa | Guatemala

Andrea López | El Hombre de la Mancha | Panamá

Jenny Carolina Lizarraga | Cinco Books Corp | EUA

Francisco Javier de la Rosa Falcón | La Letra y Actividades Culturales SL | Espanha

Mary Goreth Mbabazi | Furaha Publishers | Ruanda

Sandra Marília Tamele | Editora Trinta Zero Nove | Moçambique

Vasco David Pereira | Assírio & Alvim | Portugal

Tânia Pinto Ribeiro | Imprensa Nacional | Portugal

Graça Dimas | Livros Horizonte | Portugal

Marcelo Teixeira | Parsifal | Portugal

Clara Capitão | Penguin Random House Portugal | Portugal

Lúcia Pinho e Melo | Quetzal Editores | Portugal

André Morgado | A Seita | Portugal

Nuno Seabra Lopes | Zestbooks | Portugal

Leonard Porter Anderson III | Publishing Perspectives | Estados Unidos

 

Para conferir a programação a completa da 26ª Bienal Internacional do Livro, acesse: https://www.bienaldolivrosp.com.br/

 

País homenageado, Portugal amplia expectativas de sucesso da Bienal

A vinda do país homenageado – Portugal – para esta edição da Bienal Internacional do Livro traz boas expectativas também para os negócios. Neste sentido, há motivos de sobra para esperar o sucesso da feira. A começar pelas editoras. Várias delas promoverão lançamentos de novos títulos no pavilhão de Portugal. Durante o evento, haverá ainda atividades relacionadas com o lançamento de obras de autores portugueses publicadas por editoras no Brasil. Tratam-se de livros, cuja publicação no País é apoiada financeiramente pelo estado português, através de um programa que a DGLAB realiza desde 2003.

Vale também observar a questão das exportações portuguesas para o mercado brasileiro. Elas representaram, em 2021, 3,84% do total das vendas externas do setor, ocupando o Brasil a 3ª posição na exportação para os países de língua oficial portuguesa. Além disso, os principais produtos embarcados por Portugal para o Brasil são Livros e Jornais (85%) e Objetos de Arte, Coleção e Antiguidades (14%). Para completar, neste ano, serão lançados 68 novos títulos de autores portugueses e de autores africanos de língua portuguesa, por 22 editoras do Brasil.

 

Cashback: uma das grandes novidades do evento

Ainda na trilha do estímulo econômico à Bienal, os visitantes que adquirirem o ingresso até o dia 30 de junho receberão parte do valor pago para ser usado em compras de livros nos estandes dos expositores, menos na praça de alimentação. Para utilizar o cashback, o comprador deve baixar o app Zigpay e fazer o cadastro com o mesmo CPF indicado na compra do ingresso. Na prática, funciona assim: quem pagou R$ 30,00 (inteira) no ingresso, recebe cashback de R$ 10,00 e quem comprou meia-entrada (R$ 15,00), reembolsa R$ 5,00 para utilizar exclusivamente na aquisição de obras na Bienal.

A 26a Bienal Internacional do Livro de São Paulo conta com os seguintes patrocinadores e parceiros: Itaú, Itaú Cultural, BIC, ZAP Imóveis, Tecnoset, AON, E.M.S, Suzano (Naming Right da Arena Cultural), Klabin, MVB e Submarino.

 

Ingressos

Compras pelo site: http://www.bienaldolivrosp.com.br

 

Transfer gratuito

Ônibus circularão com ida e volta ao Expo Center Norte a partir da estação Portuguesa-Tietê (Linha Norte-Sul) durante a semana e final de semana.

26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo traz espaço com programação dedicada às tendências do mercado editorial

Entre os dias 2 e 10 de julho, no Expo Center Norte, profissionais do setor editorial e demais interessados terão um espaço exclusivo na 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, o Papo de Mercado Metabooks. 

Leonardo Neto, curador do Espaço, explica que a curadoria se baseou em escolhas que apontassem soluções para o desenvolvimento do mercado editorial.  “A melhor forma de uma indústria se desenvolver é ela pensar sobre si e entender o seu percurso. Partindo desta premissa, o Papo de Mercado Metabooks se destina a ser um espaço de debates no qual atores importantes do mercado brasileiro e internacional discutirão o futuro desta indústria. Da diversidade às grandes novidades; das relações com outros setores econômicos à internacionalização da literatura brasileira: tudo será apresentado na arena”, conta.

Confira alguns destaques da programação

05 DE JULHO – 14H

Uma das hipernovidades que despontaram no cenário mundial foi o metaverso. O tema parece obrigatório em todas as discussões de negócios. As virtualidades serão complementares às realidades? Haverá uma curva de adoção ou é apenas fogo de palha? Há oportunidades para editoras no metaverso? As realidades virtuais e aumentadas já estão postas, mas será que editores as exploram de forma eficiente? Eduardo Acquarone, um grande estudioso do tema, conversa com Gabriela Dias sobre tudo isso.

06 DE JULHO – 10H

Como salvar sua livraria – James Daunt (Waterstones / Barnes & Noble) é entrevistado por Thales de Menezes, editor-chefe do PublishNews

A mesa mergulha no pensamento de James Daunt, o livreiro que salvou da falência a maior rede de livrarias da Grã-Bretanha e hoje dá providencial impulso à maior dos Estados Unidos: respectivamente, Waterstones e Barnes & Noble (da qual é CEO desde 2019). Recentemente, reportagem do New York Times mostrou que parte da estratégia de Daunt como “executivo-salvador” se concentra em dois aspectos: dar autonomia a gerentes de lojas para que decidam o que comprar com base nas vendas e gostos locais; e concentrar esforços na venda de livros, e não de outros produtos. O que terá ele a ensinar aos colegas brasileiros?

07 DE JULHO – 14h30

Por que a diversidade importa para o mercado editorial? Fernando Baldraia (Companhia das Letras), Nicole Mahier (Jandaíra), Flávia Santos (Megafauna), Felipe Brandão (Planeta), Marcos Barros (Catavento) e Raquel Menezes (Oficina Raquel) – Mediação: Taty Leite

Há futuro da indústria do livro sem diversidade? E entendendo por diversidade não só a diversidade de temas, mas também de autoria, de personagens, e sobretudo, de mão-de-obra? Profissionais de diversos ramos da indústria do livro debatem o tema. 

09 de JULHO – 18H30

#BookTokBrasil: uma conversa sobre livros e o TikTok, com Diego Moreno – Mediação: Maju Alves

O TikTok se destacou, nos últimos anos, como uma plataforma importante na divulgação de livros e no engajamento de leitores. A comprovação se vê nas listas dos mais vendidos, que passaram a ter presença garantida de livros que fazem sucesso na plataforma. Como resposta, o TikTok abraçou a leitura com muita força. Nesta mesa, a Maju Alves, criadora de conteúdos sobre livros no TikTok, entrevista Diego Moreno, responsável por acompanhar parcerias de conteúdo orgânico de marcas e empresas nas áreas de educação e ciência. Ele vai falar como seu conteúdo pode ajudar seu negócio de livros a performar melhor por meio do conteúdo no TikTok!

Mais informações sobre a programação pelo www.bienaldolivrosp.com.br ou por nossas redes sociais.

 Entre as novidades estão o novo local do evento e o cashback nos ingressos. Portugal, país convidado de honra na edição de 2022, vem com uma comitiva com 23 autores e chefs e ocupará um estande de 500m². 

Um dos maiores eventos literários do país, a 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e organizada pela RX, retoma de forma presencial após 4 anos e com muitas novidades. O evento acontece entre os dias 02 e 10 de Julho, no Expo Center Norte, em São Paulo, e espera receber mais de 600 mil visitantes. O conceito criativo deste ano destaca o poder transformador do livro. Com a assinatura “Todo mundo sai melhor do que entrou”, a campanha ratifica a missão da CBL como instituição do setor editorial. Afinal, a leitura tem a capacidade de transformar as pessoas, seja pelo conhecimento adquirido ou pela emoção que transmite. Nenhum leitor é o mesmo quando acaba de ler um bom livro. 

“O mundo mudou nos últimos anos em vários aspectos e nós também mudamos, buscando melhorar ainda mais o nosso evento. Uma das novidades é que estamos de casa nova: em 2022 vamos receber o público no Expo Center Norte, que permitirá oferecer a todos uma experiência com uma infraestrutura que garante mais conforto e segurança na circulação dos visitantes”, diz o presidente da CBL, Vitor Tavares. No total, serão 65 mil m2 de área total e 11 mil m2 ocupados comercialmente. Na comparação com a Bienal de 2018, houve um aumento de 6% de área comercial ocupada.

A edição conta com 182 expositores confirmados, que ocuparão os Pavilhões Branco, Verde, Vermelho e Azul do Expo Center Norte, recebendo selos editoriais de todos os gêneros, e com ampla e variada programação, contando com a parceria cultural do Sesc São Paulo em parte da curadoria do Salão de Ideias e nos BiblioSescs Praça de Histórias e Praça da Palavra, além da cerimônia de abertura: serão 1.500 horas de programação cultural e 9 espaços oficiais do evento com atividades relacionadas ao universo literário. “Estarão à disposição do público aproximadamente 3 milhões de livros”, diz Vitor Tavares.

Segundo ele, a programação diversa busca trazer temas atuais e que despertem a atenção de todos os públicos e gostos. A Bienal do Livro é um evento multicultural, pois une, além de literatura, conhecimento, entretenimento e inovação.

Outra novidade que marca a busca pela inovação e atualização da Bienal é que este ano haverá o cashback. “Os visitantes que fizerem a compra do ingresso até o dia 30 de Junho garantem o resgate de parte do valor para ser usado em compras nos estandes dos expositores durante o evento. Um benefício para o visitante e também para os expositores”, diz Claudio Della Nina, Managing Director Latin America – RX. O presidente da CBL complementa: “O cashback oferecerá um potencial de reinvestimento no evento da ordem de R$3 milhões. Neste retorno da Bienal presencial, após quatro anos, a CBL buscou inovação para modernizar o evento e trazer benefícios”.

Durante os 9 dias de Bienal do Livro, os visitantes poderão ter contato com autores, em encontros e palestras exclusivas. Na programação já estão confirmados mais de 300 autores nacionais e 30 autores internacionais. Entre os nomes internacionais estão: os portugueses Valter Hugo Mãe e Afonso Cruz; a moçambicana Paulina Chiziane e o angolano Kalaf Epalanga, que fazem parte da comitiva portuguesa; além de Jenna Evans Welch, do best-seller “Amor & Gelato”; Nathan Harris, cujo “A doçura da água” foi elogiado por Oprah e Barack Obama; e Elena Armas, que virou sensação do TikTok com “Uma farsa de amor na Espanha”. Presença confirmada também de Xiran Jay Zhao, autore sino-canadense de ficção científica, personalidade da internet e cosplayer.

Já entre os brasileiros estão confirmados: Laurentino Gomes, Mario Sergio Cortella, Mauricio de Sousa, Miriam Leitão, Itamar Vieira Jr., Ailton Krenak, Conceição Evaristo, Thalita Rebouças, entre outros.

O público também poderá contar com a experiência de receber autógrafos dos best-sellers que se apresentarão na Arena Cultural Pólen®. A partir de 20/06, começarão a ser distribuídas as senhas online para as retiradas de autógrafos da Arena.  

 

Negócios 

Uma das mais importantes feiras literárias do mundo, a Bienal do Livro criou sua história não só na área de entretenimento, mas no campo dos negócios.  Por isso, o evento abrigará importantes iniciativas para profissionais do setor, como a 3a Jornada Profissional, nos dias 29 de junho a 2 de julho de 2022, no Expo Center Norte, que consiste em rodadas de negócios com editores internacionais convidados e uma programação de palestras exclusivas. Trata-se de uma realização da CBL, através do Brazilian Publishers, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com o intuito de promover o setor editorial brasileiro no mercado global.  Este ano serão cerca de 80 profissionais, com 20 vagas para convidados internacionais provenientes dos EUA, Europa, América Latina e também da Turquia e Egito; além de Portugal, convidado de honra em 2022. A expectativa para os próximos 12 meses é de que as editoras fechem mais de US$ 150 mil em negócios.

Há também o Papo de Mercado Metabooks, espaço dedicado a reflexões sobre temas de interesse dos profissionais da cadeia do livro como tendências e futuro do setor. 

 

Convidado de Honra

Portugal tem uma ligação singular com o Brasil, por conta da língua, da cultura, do relacionamento econômico e da dimensão da comunidade portuguesa aqui residente, bem como da crescente comunidade brasileira residente em Portugal. Como convidado de honra em 2022, Portugal está preparando uma participação muito especial para o evento com um estande de 500m², que inclui um auditório, uma livraria, um espaço infantojuvenil e uma zona multiusos, onde serão apresentadas exposições com conteúdos diversificados. A comitiva portuguesa conta com 23 autores e chefs, e inclui a participação de escritores portugueses, dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e do Timor-Leste. 

Entre os autores, todos com obra publicada no Brasil nos últimos meses ou com lançamentos previstos para a Bienal, fazem parte da comitiva Valter Hugo Mãe, Paulina Chiziane, Lídia Jorge, António Jorge Gonçalves, Dulce Maria Cardoso, José Luís Peixoto, Pedro Eiras, Maria Inês Almeida, Gonçalo M. Tavares e Ricardo Araújo Pereira, entre outros. Teremos ainda a presença dos chefs Vitor Sobral e André Magalhães. 

“A participação portuguesa na Bienal Internacional do Livro de São Paulo será um dos pontos mais relevantes da associação de Portugal às comemorações dos 200 anos da independência do Brasil. Olhar para o passado para entender o presente e projetar o futuro que queremos, é uma tarefa onde a literatura representa um papel de primeira grandeza. Por isso é tão importante aqui no Brasil, este país almirante da Língua Portuguesa, homenagearmos, como fez José Saramago quando recebeu o Prêmio Nobel da Literatura em 1998, todos os escritores, os portugueses e os que escrevem em português, os de ontem e os de hoje”, diz Luís Faro Ramos, Embaixador de Portugal no Brasil.

 

Espaços culturais

Com uma programação capaz de atingir das crianças aos adultos e com temas contemporâneos e que abarcam a diversidade em todos os aspectos, a Bienal do Livro contará com 9 espaços culturais.  A programação completa do evento pode ser acessada pelo link: http://www.bienaldolivrosp.com.br/Programacao/

São eles:

Ainda no Espaço infantil, haverá programação especial da Mauricio de Sousa Produções, com atividades de libras, rodas de leitura em braile, palestras, contação de histórias, declamação de poesias, bate-papos e lançamentos, como a graphic novel Anjinho e Denise; além de sessões de fotos com os personagens da Turma da Mônica.

Entre os temas das atividades: Aprendendo a Bíblia com a Turma da Mônica; WWF e Turma da Mônica: Transformando biodiversidade e ecologia em assunto de criança; Viagem a Portugal pelas palavras; Viva as diferenças: diversidade e inclusão na Turma da Mônica.

No painel “A brincar de poesia – Os poemas para crianças de Fernando Pessoa”, os escritores José Santos e Paulo Netho conversam com o público infantil sobre o poeta português e sua pequena e divertida obra para crianças. Além da declamação de nove poemas do mestre Pessoa, será contada a história da viagem da Turma da Mônica a Lisboa, percorrendo os lugares mais importantes da sua biografia, tendo o Cascão no Largo de São Carlos, a Magali na Praça do Comércio, o Cebolinha e Bidu na Rua da Conceição da Glória, e a Mônica no Largo do Chiado, ao lado de sua famosa estátua.

 

Principais números desta edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo:

Investimento R$ 38,5 milhões 
Área ocupada total 65 mil metros quadrados
Expositores 182 expositores
Espaços culturais 09 
Horas de programação 1500
Autores nacionais 300
Autores internacionais 30

A 26a Bienal Internacional do Livro de São Paulo conta com os seguintes patrocinadores e parceiros: Itaú, Itaú Cultural, BIC, ZAP Imóveis, E.M.S, AON (corretora oficial), Suzano (Naming Right da Arena Cultural), MVB  e Submarino.

 

Ingressos

Compras pelo site: http://www.bienaldolivrosp.com.br

2ª feira a Domingo: R$ 30,00 (inteira) e  R$ 15,00 (meia entrada)

Meia-entrada: Estudantes

Menores de 12 anos e maiores de 60 anos não pagam ingresso

A Credencial Plena do Sesc dá gratuidade no ingresso. Para isso, é obrigatória a apresentação da credencial válida e documento com foto, ficando limitado a 1 ingresso por pessoa.

 

Mais informações sobre a programação pelo www.bienaldolivrosp.com.br ou por nossas redes sociais.

Novidade está no cashback oferecido aos visitantes que poderão usar parte do valor do ingresso em compras nos estandes durante o evento

Começou hoje, às 10h, a venda antecipada de ingressos para visitar a 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 02 a 10 de julho, no Expo Center Norte. A grande novidade é o cashback para a compra antecipada online: os visitantes que adquirirem o ingresso até o dia 30 de junho de 2022, garantem parte do valor para ser usado em compras nos estandes dos expositores durante o evento.

O preço do ingresso será R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia), sendo o cashback de R$ 10,00 e R$ 5,00, respectivamente.

“O cashback é um benefício tanto para os visitantes que podem agregar o valor em suas compras, como para os expositores, que com certeza irão vender mais e impactar em resultados no final do evento”, afirma o presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), Vitor Tavares.

Claudio Della Nina, presidente da RX, organizadora do evento, compartilha do entusiasmo com a iniciativa “Desenvolver soluções inovadoras é atividade inerente ao nosso negócio. Somadas às inúmeras novidades que traremos para a Bienal do Livro deste ano, o cashback terá impacto muito significativo na experiência de nossos visitantes e na geração de mais oportunidades para nossos expositores”.

O cashback tem um potencial de reinvestimento da ordem de R$ 3 milhões. “Neste retorno da Bienal presencial, após quatro anos, a CBL buscou inovação para modernizar o evento e trazer benefícios aos visitantes e aos expositores”.

Para utilizar o cashback, o comprador deverá baixar o app Zigpay e fazer o cadastro com o mesmo CPF da compra do ingresso.  O valor será creditado no APP Zigpay até o dia 2 de julho, quando o evento começa.  O limite de compras por CPF é de 10 ingressos, sendo que o cashback será creditado apenas no CPF do comprador.

Os ingressos estão disponíveis para a venda no site oficial do evento www.bienaldolivrosp.com.br. Tem direito à meia-entrada estudantes e pessoas com deficiência. Professores, profissionais do livro, crianças menores de 12 anos e adultos maiores de 60 terão gratuidade na entrada.

A Credencial Plena do Sesc também dá gratuidade na entrada, para isso é obrigatória a apresentação da credencial válida e documento com foto, ficando limitado a 1 ingresso por pessoa.

Em breve, mais informações sobre a programação pelo site www.bienaldolivrosp.com.br ou nas redes sociais. Acompanhe!

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