Roger Mello, vencedor do Prêmio Jabuti por oito vezes, na categoria literatura infantil.
Tive a felicidade imensa de receber oito vezes o Prêmio Jabuti! Um prêmio que sempre me instigou, desde criança, e que agora completa 51 anos! Foi um incentivo vigoroso e persistente como o próprio bicho jabuti que enche de nuances as histórias brasileiras. Viva o Prêmio Jabuti!
Luiz Antonio de Assis Brasil, ganhador do Prêmio Jabuti, 2º lugar na categoria romance (2004).
Ganhar o Jabuti, o mais antigo e prestigioso prêmio literário nacional, foi um enorme estímulo a um escritor que, no meio da carreira, decidiu tentar novas formas de escrita. O Jabuti é um aval e uma recomendação. Ele significa: "Ok, você está certo. Pode seguir em frente". É possível que outros digam a mesma coisa, é possível que os familiares e amigos o repitam, mas quando esse juízo parte de uma entidade isenta e respeitável como a CBL, podemos acreditar. Sim, o Jabuti foi e é importante para mim, como o é para todos os indicados e vencedores. Ele faz parte da minha biografia, ele me justifica como escritor e como ser humano.
Cristóvão Tezza, 1º lugar na categoria romance 2008
Fui finalista algumas vezes do prêmio Jabuti. Em 2004, fiquei em terceiro lugar com o romance “O fotógrafo”, e no ano passado levei o Jabuti de melhor romance com “O filho eterno”. É simplesmente impressionante a repercussão que esse prêmio tem, a partir do fato de que é o mais antigo e todo mundo conhece. O Jabuti é uma instituição bastante “popular”, o que é sempre surpreendente no mundo do livro brasileiro. Além do mais, ele repercute também na imprensa, o que multiplica a visibilidade da obra. Para mim, teve um efeito positivo, não só no Brasil mas também no exterior - o fato de ter ganho o Jabuti é um toque a mais a valorizar o livro e eventualmente abrir caminho para as traduções.
Laurentino Gomes, autor do livro '1808'
'Ganhar o Prêmio Jabuti de Livro do Ano de 2008 na categoria não-ficção foi uma experiência profundamente transformadora na minha vida. O prêmio confere maior autoridade à obra e ao próprio autor, que passam a ser tratados com mais reverência, respeito e admiração. Isso significa também uma responsabilidade maior daqui para a frente, porque a expectativa dos leitores aumentou'.
Ignacio de Loyola Brandão
'Ganhar um Jabuti como o Melhor Livro de Ficção de 2008, ainda mais com um infantil, é como pegar um tapete voador e flutuar suavemente, leve e solto, no ceu da imaginação e fantasia. Ou seja, um prazer.'